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Especialistas alertam para crescimento da hipertensão arterial entre os mais jovens

A hipertensão arterial configura como o principal fator de risco para as doenças cardiovasculares que mais matam no Brasil: infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Segundo dados do Ministério da Saúde, a pressão alta (PA) chega a afetar 30 milhões de brasileiros adultos, em uma proporção de um a cada quatro.

Com números tão alarmantes, não só aqui, mas em todo o mundo, fez-se necessária a institucionalização do Dia Mundial da Hipertensão, em 17 de maio.

A classe médica está bem preocupada com a situação e se mobiliza para conscientizar a população.

Chamada pelos médicos de “inimigo oculto” dos adultos e idosos, por sua ação silenciosa, a doença tem se tornado mais preocupante ao atingir, cada vez mais, os jovens. Atualmente, estima-se que a hipertensão já atinja três milhões de crianças e adolescentes dos 3 aos 18 anos de idade, no país.

Para a presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), Frida L. Plavnik, o aumento exponencial de crianças hipertensas pode ser explicado pelo crescimento da obesidade em todo o mundo.

A nefrologista ainda destaca que para a definição de pressão arterial normal ou elevada há de se levar em conta variáveis, como sexo, peso, altura e idade, tanto nos mais jovens quanto nos mais velhos.

“É importante frisar que o sedentarismo e hábitos alimentares inadequados têm contribuído diretamente para o aumento dos casos de elevação pressórica, principalmente entre as crianças. Ainda, dados de uma pesquisa americana recente sugerem que a PA elevada é maior em meninos (15%-19%) do que em meninas (7%-12%)”, afirma dra. Frida.

*Via Ceará News7

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