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Flanelinhas próximos de centros comerciais afastam até 38% dos consumidores no NE, diz pesquisa




A presença de moradores de rua e flanelinhas influenciam de forma negativa na decisão de não frequentar um centro comercial para 41% e 38% dos nordestinos, respectivamente. O levantamento é parte da pesquisa sobre os Impactos da Mobilidade Urbana no Varejo na região Nordeste realizada pelo Ibope por encomenda do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).



A pesquisa, apoiada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) ouviu 375 consumidores das nove capitais do Nordeste. A margem de erro é de, no máximo, 0,01 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Segurança é a principal barreira para compras em lojas de rua, de acordo com 50% dos entrevistados. A pesquisa levantou quais são as experiências de compras que definem a escolha de cada tipo de comércio. 
As lojas de rua são as preferidas por melhores preços (82%), para fazer compras do dia a dia (80%), para compras de última hora (66%), por mais facilidade para deslocamento (62%), e por haver maior variedade de lojas (51%). 

Os shoppings ganham a preferência quando os critérios são facilidade de estacionamento (63%) e segurança (77%). Nos shoppings as pessoas gasta mais tempo com as compras (52%), onde são feitas de maneira mais personalizada (51%) e onde o ato de comprar é mais prazeroso, divertido e gera sensação de felicidade ao consumidor (53%). 
Para 72% dos entrevistados sentir-se protegido no estabelecimento é prerrogativa básica. Já 55% se sentem mais seguros realizando compras dentro de shoppings centers do que em lojas de rua. 

No entanto, tanto nas lojas de rua quanto no shopping center, parte dos consumidores está propensa a gastar por impulso ou fazer uma compra não planejada – 40% no primeiro caso e 39% no segundo.

Transporte
Sair de casa e não ter onde estacionar o carro é um problema que incomoda boa parte dos consumidores brasileiros motorizados, ao ponto de fazê-los até desistir de uma compra. 

A pesquisa revela que 46% das pessoas que possuem veículos no Nordeste já deixaram de comprar algo por não conseguirem estacionar o carro ou a moto próximo ao comércio. Já 69% das pessoas motorizadas disseram que dão preferência a centros comerciais que oferecem estacionamento próprio ou nas imediações (74%).

No Nordeste, a caminhada é a forma mais utilizada para ir ao supermercado, opção mencionada por 41%. Afinal, 96% dos entrevistados realizam a maior parte das compras perto da própria residência, em lojas de rua (44%), supermercado (32%) e shopping center (14%). 

Para as compras longe de casa, o ônibus é o meio de transporte mais utilizado pelos brasileiros que vivem no Nordeste (50%). Em segundo lugar aparece o carro (34%).

Acessibilidade

O estudo também buscou compreender como implementações no sistema de mobilidade nas grandes capitais podem gerar ganhos de acessibilidade, comodidade, segurança e até aumentar o fluxo de pessoas até a porta das lojas. 

Dos consumidores, 57% dão preferência a compras onde há acesso adequado para pedestres, ciclistas e passageiros de transporte público e 71% defendem que as lojas e demais estabelecimentos comerciais se preocupem com a inclusão de consumidores que possuem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.







Fonte: O Povo

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