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Febre amarela: quais grupos não devem se vacinar




A corrida dos brasileiros aos postos de vacinação contra febre amarela levou milhões de brasileiros às filas em busca do antídoto. Contudo, é preciso ficar em alerta porque alguns grupos não podem tomar a substância, sob risco de reação alérgica e até de morte.

Para essas pessoas, a orientação do Ministério da Saúde é se prevenir contra o mosquito transmissor, evitando deixar água parada, usando repelente e roupas fechadas e instalando telas nas janelas das residências. São grupos com indivíduos que têm alergia a alguma das substâncias presentes no ovo ou que estão com imunidade baixa.

Conforme O POVO Online mostrou nesta quarta, os sintomas da doença são semelhantes ao identificados na dengue. Contudo, as evidências de contágio podem reaparecer em nível mais intenso, o caso mais grave da contaminação.


Veja quais grupos não devem buscar vacinação:

Pessoas com imunidade baixa: na vacinação é inserido no corpo do indivíduo o vírus enfraquecido (vacina) da doença. Caso o paciente esteja com a imunização baixa, a reação pode não ser a esperada. Ao invés de desenvolver anticorpos contra a febre amarela, o paciente pode desenvolver a doença;

Doadores de sangue: como o receptor das bolsas de sangue normalmente está com imunidade baixa, há o risco dele desenvolver a doença;

Alérgicos a ovos: as vacinas são cultivadas em ovos embrionados de galinha e, portanto, têm grande quantidade de proteínas do alimento. Alérgicos podem ter reações adversas ao entrar em contato com o material;

Gestantes e lactantes: devem passar por consulta médica para avaliar o nível de imunidade do corpo;

Bebês: o ideal é que a vacinação, caso necessária, seja aplicada após o nono mês de nascimento para evitar efeitos colaterais. Crianças em áreas de risco devem ser submetidas à avaliação médica para aplicação do antídoto;

Idosos acima de 60 anos: devem passar por avaliação médica para analisar o nível de imunidade do corpo;

Diabéticos: aqueles que estão com nível de açúcar elevado no corpo precisam de avaliação médica;

Pacientes em tratamento de doenças que reduzem a imunidade: os medicamentos imunossupressores enfraquecem as defesas do corpo e tornam os pacientes suscetíveis ao contágio.







Fonte: O Povo

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